A derrota na primeira votação do Congresso pra investidura de Pedro Sánchez e, em geral, as intervenções dos líderes políticos espanhóis no debate e nas sensações que deixaram são notícia de destaque na imprensa internacional.
The Guardian ressalta que Sánchez falhar em sua primeira tentativa de formar governo. O jornal britânico sinalizam que pela primeira votação do debate de investidura, em que era necessária a maioria absoluta, o candidato socialista só ganhou 124 votos ao se abster Podemos. Explica que quinta-feira, em segunda votação, Sánchez poderia ser escolhido, visto que você só necessita de maioria acessível, todavia para isso precisará voltar a um acordo, nós Podemos. E ressalta que no debate da segunda-feira se viu um Pablo Iglesias raiva e pedindo respeito para seus 3,7 milhões de eleitores e a tensão com os potenciais aliados de Sánchez exercem incerto que lhe dêem o seu suporte.
E termina postando um analista que adverte “é Possível que os políticos espanhóis necessitam de novas eleições pra aceitar a nova realidade”. The New York Times enfatiza as dificuldades de Sanchez para formar governo. O diário norte-americano em um artigo de Raphael Minder aponta que, ainda que o líder socialista adquiriu definitivamente as eleições do 28A, o conceito de ” vitória “é relativo em um parlamento tão fragmentada e polarizada como o português”.
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, E enfatiza que o debate de investidura o voltou a afirmar, e deixa a inconsistência a respeito da circunstância política do estado e os problemas de Pedro Sánchez, para formar um governo que possa recolher bastante suporte no Congresso. Le Point fala de “pessimismo” depois de perder Sánchez a primeira votação de investidura. A publicação francesa sublinha que o presidente português foi “perdido amplamente” a primeira votação para sua reeleição ao marcar apenas 124 síes. Ressalta-se que, Unidas Podemos se absteve e negocia com o PSOE um acordo pra formar um governo de coalizão que poderia desbloquear a ocorrência.
Mas considera que esse caminho está rico em obstáculos” graças a da “tensão” que existe entre Sanchez e Igrejas e que se viu ao longo do debate, e fala de “pessimismo” sobre o possível acordo para quinta-feira. Acrescenta que, também, o quebra-cabeça catalão pode complicar assim como a investidura. Reuters adverte de que a tensão visibilidade no debate faz duvidar da “constância e unidade” de um governo PSOE-Podemos. A agência britânica, em uma informação de Ingrid Melander e Belém Carreño colete que Pedro Sanchez perdeu a primeira votação pra ser reeleito presidente, entretanto haverá uma segunda votação de quinta-feira e diz que “muito poderá alterar até desta forma”.
Ressalta-se que tudo depende de se PSOE e Podemos, que têm a certeza que eles vão prosseguir negociando, conseguem deixar de lado suas diferenças. The Irish Times destaca que a posse espanhola decidirá in extremis. O jornal irlandês, numa crônica de teu correlato Guy Hedgecoe explica que Pedro Sánchez continua tentando convencer negociações de último minuto, seus aliados potenciais, Podemos, pra que o apoiem e acabem com o bloqueio político.
Colete que em seu discurso, o presidente português em funções falou de seus planos para gerar uma economia de alta tecnologia, com igualdade de gênero e contra a alteração climática. Mas diz que se a decisão de não aproximar-se o assunto da Catalunha, na sua intervenção, lhe gerou considerações e foi classificado do ERC, que tem se exposto disposto a apoiá-lo, de “irresponsável e negligente”. Euronews colete que Sánchez fracassa em conseguir suporte pra ser presidente pela primeira votação. A TELEVISÃO europeia explica que os deputados espanhóis rejeitaram a posse de Pedro Sánchez na votação dessa terça-feira, contudo voltarão a fazê-lo em quinta-feira, quando será necessária a maioria simples.
Mas enfatiza que o apoio nesta segunda votação vai depender de que o PSOE e Podemos se ponham de acordo a respeito um governo de coalizão. E ressalta-se que na primeira sessão do debate de investidura, Pedro Sánchez fracasso em convencer Paulo Igrejas para que o apoiasse, entretanto o líder Podemos garantiu que continuam dispostos a negociar. RFI proporciona que Sánchez colocou a rota à esquerda, pra tentar seduzir Podemos. A rádio francesa diz que o presidente espanhol apresentou um programa com potente acento social para tentar se atraírem os votos da esquerda radical Podemos.