O mercado fotográfico chega uma novidade envolvente. Nos traz Brinno, que lançou uma câmera apto de fazer filmes em time-lapse automáticos, com HDR e objectivas intercambiáveis: a TLC200 Pro. Conozcámosla um tanto melhor. Seguro que ultimamente necessita ter visto um filme time-lapse. Fazer um time-lapse necessária, se desejamos comprar resultados decentes, alguns conhecimentos de fotografia, pelo motivo de há que tentar que cada foto seja a ótima imagem possível (para variar de uma pra outra das condições de iluminação, assunto…). Também há que saber escolher o intervalo de tempo mais adequado, e ser fiel a ele, para impossibilitar saltos bruscos entre imagens ou efeitos não desejados.

Mas sem demora, graças à TLC200 Pro Brinno, podemos comprar time-lapses sem se preocupar com quase nada, em razão de a câmera toma as fotografias por nós, e fará até a montagem do video. Os time-lapses são neste momento uma escolha pros usuários menos avançados. A TLC200 Pro conta com um sensor de 1’três megapixels.

você encontra que é muito pouca resolução pra uma câmera de imagem, todavia… será que Os ultrapíxeles é o nome comercial que a HTC tem dado à tecnologia, incluindo a câmera do HTC One, e que, essencialmente, é o que quer fazer assim como Brinno na sua TLC200 Pro. O que procuram é sacrificar número de pixels por tamanho, de forma que a câmera seja mais sensível à iluminação, podendo tomar fotos noturnas com uma particularidade sensacional (coisa muito comum quando se trabalha com o time-lapses). A câmera dá certo com quatro pilhas AA, que são capazes de conceder-lhe uma autonomia de até 240.000 tiros, de acordo com as condições de iluminação, e se captura imagens a cada 2 segundos.

Resumindo, estamos diante de uma câmera que precisamos levar em conta mais de um filme de imagens, e que pode ser muito curioso para usuários que não querem se complicar em exagero pela hora de fazer time-lapses. Pelo inverso, os usuários mais avançados eventualmente preferirão outro tipo de métodos manuais para fazer time-lapses, que lhes permitam ter um superior controle sobre o consequência término, a costa de poder variar cada parâmetro de cada foto.

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foi otimizado o motor do jogo a costa do público. As animações são ótimos. Som: 7. Há bons efeitos como o som do bater da bola e os chutes contra os postes. No entanto, você está faltando mais diversidade e intensidade em que os cânticos dos passatempos.

Música: 5. Os tópicos dos menus são muito chatos e repetitivos. Vozes: 6. Iñaki Cano e J. C. Rivero são uns maus comentadores na realidade, o que é perfeitamente refletido no jogo. Comentários sosos e, diversas vezes, mal ligados com o desenvolvimento do jogo. Jogabilidade: 9. O jogo é de forma acelerada e direto que em PES5. Perde um tanto de componente estratégico, entretanto ganha em fluidez, sobre o assunto tudo a uma melhor aplicação da lei da vantagem. Requer superior precisão pela hora de chutar e as diferenças entre os jogadores “bons” e “maus” ficam mais patentes do que nunca. Dificuldade: 7.5. O jogo em geral é menos difícil do que a anterior, mesmo que a todo o momento queremos recomendar novos desafios em atividade do instrumento que você escolher.