A INVESTIDURA inesperada do presidente da Generalitat Catalã já estava mal posicionado políticos, comentadores e eleitores. Tudo fazia refletir em outras eleições catalãs. Dessas outras eleições esperava-se, fundamentalmente, a um enfraquecimento do secesionismo. O cansaço, a frustração e a desagregação previsível de Junts pel Sim, com o incerto destino da TAÇA, fazia prever o resultado visado.
Agora tudo é diferente, o que encurta o período de expectativas e abre-se um novo panorama de interesses e problemas. Como a toda a hora, carecemos diferenciar entre interesses gerais da população e dos interesses dos eleitores particulares, anunciados por partidos, uma abstração custoso de concretizar.
Os interesses comuns conseguem fazer declinar atitudes e decisões que pareciam inabaláveis. O que em um período parecia possível, e mesmo desejável, podes ser desconsiderado por motivos súbitos. Os partidos debatem-se de imediato entre o interesse geral aludido e tua sobrevivência; ou tua hegemonia, que ao final e ao cabo, pode ser que equivalham nesta hora, de forma inquietante. Daí esse esforço de alguns partidos em localizar soluções que, mais de acordo com o rumo de uma investidura presidencial.
O labirinto dos pactos. PSOE deve, agora, o apoio de Cidadãos para governar, pelo motivo de prontamente não pode descrever com os nacionalistas. Também Podemos, e a maioria de tuas marcas identitárias. A convicção de que o PP é numericamente improvável formar governo sem a ajuda ativa ou passiva do PSOE (o teu apoio ou a sua abstenção), abre o trajeto pra especulação optimista.
O PSOE nega redondo o seu suporte ao PP, quer governar ele. Local é a chave para formar um governo liderado por Pedro Sánchez, um governo ‘progressista’, como se proclama grandilocuentemente. O problema é o que aconteceria se repetem-se as eleições gerais, diante da impossibilidade de assumir.
Se não há acordos, haverá recentes eleições. Essas eleições mostrarão a força e a fraqueza de cada uma das associações políticas. Novas eleições evidenciarían a fraqueza possível de dois partidos: partido socialista e Cidadãos. O maná eleitoral de outras eleições recairia a respeito de PP e Podemos, todavia nem um nem sequer outro conseguem governar sem apoio. Tudo ficaria como de imediato, entretanto pior pra certos jogos. Desse modo, o pacto PSOE-Local-Podemos é mais que possível.
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