No caso português, os privilégios fiscais são muito essenciais: estão isentos do pagamento da entrada e da saída de capitais, os dividendos, lucros e mais-valias geradas pelas empresas estrangeiras participadas por ETVE. Somente o investimento que realizem para montar a sua atividade dentro de Espanha, fica sujeita a tributação, todavia sim que conseguem ser deduzidos gastos. Está a consentir a utilização dessa figura entidades com 5% de investimento estrangeiro ou 6 milhões de euros. Outros requisitos são a manutenção do investimento durante um ano e que a fonte seja industrial ou comercial.
O caso da ExxonMobil Portugal foi considerado especificamente significativo, chegando-se a opinar a tua utilização da figura da ETVE como equivalente a de um paraíso fiscal. ↑ Fazenda considera as ‘entidades de posse’ um enorme questão de fraude. ↑ A superior corporação do mundo usa Brasil como paraíso fiscal.
Há 40% de eleitores que se coloca contra esta opção. Esta incômodo entre os cidadãos faz com que a circunstância seja avaliada como desagradável por uma ampla maioria dos eleitores. Em treze meses, a avaliação tem piorado dez pontos (de um total de 76% de pessimistas em junho do ano passado pra 86% prontamente), e, efetivamente, apenas 8% a considera sensacional hoje em dia.
Em função dos partidos, volte a haver diferenças. Os mais otimistas são os eleitores socialistas, entre os quais 77% a considera má, o percentual mais miúdo e 16% sensacional. Por contra, as mais drásticas em ligação à situação política são os eleitores de Vox: a qualificam de má 99% deles.
Os espanhóis não querem regressar a votar. Já o fizeram no dia vinte e oito de abril e rejeitam uma repetição eleitoral, opção latente toda vez que Pedro Sanchez não tem alcançado os apoios para ser investido nesta semana. Mais de 64% dos eleitores sinaliza que, se dependesse deles, o líder do PSOE repetiria como presidente do Governo, contra 33% que optar por outros pleitos, a celebrar no próximo dia 10 de novembro.
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Precisamente a bola poderia cessar no telhado os de Pablo Casado, dado o bloqueio. Justo o mesmo percentual que prefere a investidura de Sánchez (64%) acredita que o PP precisa abster-se na votação para que a legislatura dê a caminhar. Essa alternativa foi rejeitada, em várias ocasiões, a partir de Génova.
E a negativa da formação acha respaldo nos próprios eleitores de Casado rejeitam essa opção: 69% é contra e a abstenção contra 29% que se posiciona a favor. Como é lógico, os eleitores do PSOE (89%) e Unidas Podemos (71%) sim que apoiam essa abstenção.