Neste momento passou mais de meio século (um mês de junho, há cinquenta e sete anos) desde a comercialização da chamada “pílula anticoncepcional”; e hoje em dia continua a ser o modo contraceptivo mais utilizado em todo o mundo. A regulação médica da conceição revolucionou as relações sexuais e sociais até um ponto difícil de assumir, a começar por nossa clareza atual.

De entrada fez possível separar sexo e procriação, permitindo às mulheres programar tua gravidez e, como resultado, resultando possível a sua plena incorporação ao mercado de serviço. A partir de grupos sociais ultraconservadores notou-se, logo, que a “pílula” susceptíveis de comprometer a escola do casamento e aumentaria a promiscuidade. Por acaso, os dados sempre relativizam os extremismos.

Porém, a comercialização da “pílula anticoncepcional” não só foi relevante para a regulação da procriação, porém que modificou aspectos fundamentais de farmacologia. Ficha técnica ou no folheto não foi primeiramente bem visão por diversos médicos, que o consideravam uma interferência na conexão médico paciente. O dado de que o paciente recebia a respeito os medicamentos que lhe prescribían era uma decisão de cada médico. Este devia fazer a entrega da informação técnica (folheto) para cada paciente.

todavia, em alguns casos, os médicos desprezavam a informação técnica dos fabricantes por considerá-la promocional e, desta forma, parcial. E, em outros casos, filtrados de acordo com o seu critério, os detalhes que enfim chegava aos pacientes. A término de definir esta situação anómala o Órgão Regulador de Alimentos e Remédios norte-americano (FDA, sigla de Food and Drug Administration) decidiu que estas infos sejam entregues diretamente aos pacientes nas farmácias em conjunto com os medicamentos dispensados.

A primeira “pílula anticoncepcional”, que foi lançada foi Enovid, que associava estrogênio e progestogênio na sua composição. A sua utilização como contraceptivo foi acidental, como tantas vezes ocorre no domínio da farmacologia. No início, o preparado se prescrevia pra tratar de “problemas menstruais”. A análise de tua atividade contraceptiva eximía teu fabricante (laboratórios Searle) fazer estudos de segurança para o feto (estudos de teratogenicidade). Pra tal final, a “pílula”, avaliou o mais longo estudo clínico praticado até em vista disso, em que participaram 897 mulheres, a maioria de Porto Rico e Haiti.

Durante este estudo só avaliou tua efetividade contraceptiva, todavia não se tiveram em conta outros estilos, tais como o risco de câncer ou dificuldades cardiovasculares. Por esta causa, as autoridades sanitárias limitaram a dois anos o tempo de utilização contínua. Teu sucesso foi avassalador; e esta limitação temporal soslayaba facilmente.

A comercialização de preparados farmacêuticos parelhos que eram de estrogênio e progesterona, permitia às mulheres, com a aquiescência de seus médicos, alterar para outra marca comercial. Também, vários médicos ignoram a limitação do exercício de dois em dois anos consecutivos.

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logo em seguida, surgiram os primeiros dificuldades. Para o ano de 1964, mais de quatro milhões de mulheres agora haviam usado a “pílula fabricada pelo laboratório Searle. Algumas marcas registadas inundaram o mercado, resultando-se inaceitável iniciar uma ligação causal entre a “pílula” e os problemas de coagulação. Diante esta ocorrência, estabeleceram-se 2 protocolos de actuação que com o tempo transformaram-se em metodologias de rotina no âmbito da farmacologia.

De fato, o primeiro painel de especialistas foi criado no ano de 1965, pra avaliar a segurança da pílula anticoncepcional. Denominou-Se Obstetrics and Ginecological Advisory Committee. A vigilância pós-comercialização de todos os medicamentos passou a ser, desde deste jeito, uma responsabilidade inevitável.