Madrid (EFE).- O diretor de cinema Vicente Aranda, responsável pelo vídeos como “os Amantes” ou “Joana, a louca”, morreu hoje, aos oitenta e oito anos, divulgou a Academia de Cinema. Desde muito jovem, trabalhou em inúmeros ofícios, até que, em 1949, emigrou pra Venezuela. Lá trabalhou pra empresas norte-americanas. Regressou a Espanha em 1956. Tentou ingressar pela Instituição de Cinema, contudo o acontecimento de ensino médio, não pôde se inscrever.

Abandonou Madrid e fixou residência em Barcelona. Pela Cidade Condal começou sua carreira como realizador e, após diversas tentativas, estreou como diretor em 1964, ao lado de Ramón Gubern, com o video “Brilhante futuro”, do qual foi bem como produtor.

Durante o decênio de 60 colaborou em vários vídeos, principalmente como assistente de direção, como “Os felizes sessenta” e “O último desejo”. Apesar de teu primeiro filme não teve notoriedade, “Brilhante futuro” (1965), apesar de se inscrever pela chamada Faculdade de Barcelona, com seu segundo video como diretor, “Fata Mongana” (1966), recebeu um vasto sucesso de crítica e público.

Com “O Lute, caminha ou rebenta” foi indicado como melhor diretor para os Prémios Goya, em 1988. Nesse filme, e pelo conjunto de tua obra recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia. Em 1989, apresentou-se no Festival de Cinema de San Sebastián “Se te dizem que caí”, uma adaptação da obra de Juan Marsé.

dedicou-Se assim como à tv com a série “Os cavaleiros do alba”, adaptação da novela de Jesus Fernandes Santos, ganhou, em 1991, um dos prêmios oferecidos pelo Festival Internacional de Programas Audiovisuais. Em fevereiro de 1991, estreou “Amantes”, dirigido por Jorge Sanz, Maribel Verdú e Victoria Abril, com a qual trabalhou em 12 vezes e que foi premiada com o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim.

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Neste video Aranda adquiriu o Prémio Goya para a melhor de sempre Direção e melhor Video. Em 1992, dirigiu a Ornella Muti, Imanol Arias, Loles Leão e Javier Bardem em “O amante bilíngüe”, baseado em um romance de Juan Marsé -de quem adaptou quatro romances – e onde ironiza com o erotismo e o nacionalismo catalão.

Posteriormente realizou “Intruso” (1993), com Victoria Abril, Antonio Valero e Imanol Arias. É a história de 3 amigos inseparáveis desde a infância, que formam um dramático triângulo amoroso. Meses mais tarde, levou ao cinema o romance de Antonio Gala de “A paixão turca”, estrelado pela atriz e cantora Ana Belén. Em 1996, com porquê do centenário do nascimento do cinema, realizou, perto com outros diretores nacionais e internacionais, o documentário “Lumiere e companhia”. Desse mesmo ano, rodou o vídeo “Libertárias”, que se passa ao longo da Luta Civil. Em 2001 lançou “Joana, a Louca”, um filme que conta a turbulenta história de afeto da Rainha Joana I de Castela e frança, Filipe, o Bonito.