Eu Não consigo separá-lo em parágrafos, que lhe dêem. A história de Markus Persson foi comparada à de uma Cinderela da era digital. Esse sueco de 36 anos lançou, ele só, Minecraft, um dos jogos mais conhecidos do mundo, com mais de 100 milhões de downloads (e ainda somando-se) tem desafiado os gigantes da indústria.

Em paralelo, foi montado um alias, Notch, e uma comunidade virtual de fãs com os quais interagiu até que se fartou: para o fim de 2014 vendeu Minecraft e tornou-se um jovem miliardário. Desde dessa maneira, faz o que lhe oferece a obter, contudo, pelo que se entende, seu lazer consiste essencialmente em deslocar-se para uma festividade, ingerir vodka com RedBull e gastar muito dinheiro. Enquanto procura o teu novo território no universo, também continua jogando videogame e atualizando seu Twitter. Nessa rede social é, às vezes, escapam frases como “eu me sinto capaz de fazer o que me da vontade e nunca me senti mais isolado”, que acusam certa queda existencial.

O currículo não é mau pra alguém que foi um bebê introvertido, com uma ocorrência familiar complicada e duas paixões: o Lego e os pcs. Persson nasceu em Estocolmo, em 1979, porém a tua primeira infância em Edsbyn, uma pequena cidade ao norte da capital sueca.

Tua mãe, Ritva Persson, era enfermeira, enquanto que teu pai, Birger, trabalhava nos caminhos de ferro. Naquele ambiente familiar, em vista disso, sereno, Markus passava horas concentrado com os Leigos, porém também tinha amigos e brincava na via. Tudo mudou no momento em que a família se mudou de volta para Estocolmo, a meio do ano escolar.

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ele foi árduo englobar-se e concentrou-se ainda mais em sua paixão por Lego. Aquela computador, parcela da mítica gama de computadores pessoais da década de 80, que lhe abriu um novo universo: passava horas e horas em frente à tela, com os primitivos jogos. Bem como, com a ajuda de teu pai, se lê do alto pra pequeno as instruções pra programar. Pouco depois, começou a publicar código informáticos e a elaborar os seus próprios jogos.

Persson tornou-se um nerd antes de que esse termo se popularizara. Embora não se integrando pela escola, não tinha problemas com os estudos. Como conta o Magazine teu biógrafo, o jornalista Linus Larsson, “a instituição de ensino era tão descomplicado que começou a permanecer em residência”. Fingia dores de estômago pra impedir comparecer pra aula, e poder ir o dia em frente ao computador.