Definição do casamento eclesiástico. Suas propriedades são a unidade, a indissolubilidade. O casamento cristão é monogámico entre um homem e uma mulher. A promessa de casamento, em tal grau unilateral como bilateral, chamada de noivado, rege-se pelo certo específico definido pela Conferência Episcopal, tendo em conta os costumes e as leis civis. Não dá o certo de requisitar a celebração do casamento, todavia sim o ressarcimento de danos causados ou provocados. Por idade, os homens menores de 16 anos, e as mulheres pequenos de quatorze anos. Por impotência do homem ou da mulher para realizar fisicamente a conexão sexual ou feito conjugal.

Por ligação. Por casamento anterior, a não ser que exista sentença canônica de nulidade. Por disparidade de cultos entre uma pessoa batizada na Igreja católica ou recebida em teu seio e outra não batizada. Por justificativa de ordem, os homens que receberam as ordens sagradas de episcopado, presbiterato e o diaconado. Estão excluídos os homens casados ordenados diáconos.

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Por causa do voto, as pessoas, homens e mulheres, que estão ligados por voto perpétuo de castidade num instituto religioso. Os andarilhos das lendas, anacoretas, participantes de institutos seculares e sociedades de vida apostólica não estão sujeitos a esse impedimento. Por justificativa do arrebatamento, o homem que rapta ou retém uma mulher contra a tua vontade para casar com ela. Por fundamento do crime, o que, com intenção de contrair matrimônio com determinada pessoa, mata o cônjuge desta, ou do respectivo cônjuge.

Por fundamento de parentesco em linha reta, a todos os ascendentes e descendentes entre si, em cada grau, sejam legítimos ou naturais; e em linha colateral, a cada um dos parentes até o quarto grau inclusive. Por justificativa de pública honestidade, o concubinato compreensível e público em primeiro grau da linha reta entre o homem e as consanguíneas da mulher ou vice-versa.

Por fundamento de adoção, em linha reta entre os adotantes e o adotado e no segundo grau pela linha colateral, entre os filhos naturais e adotados daqueles. Os defeitos de impotência natural e de parentesco em linha reta, não são supérfluos por proíbe-os do Direito natural. Os de ordem e de voto perpétuo são dispensáveis pelo Papa, e todos os outros são desnecessários pelo bispo diocesano. O cônjuge inofensivo tem o certo de soltar-se do outro cônjuge, por adultério, desde que seja sem o teu consentimento ou seja motivado nem ao menos papel nem sequer perdoou, expressa ou tacitamente por ele.

presume-Se que há perdão, no momento em que passam seis meses de convivência conjugal, sem que o cônjuge inofensivo dirija-se à autoridade civil ou eclesiástica. Também, um dos cônjuges tem o direito de isolar-se um do outro, se ele põe em importante perigo espiritual ou corporal, o outro cônjuge ou os filhos, ou há muita dura a existência em comum. Os efeitos da separação não afetam a dissolução do elo matrimonial, entretanto afetam o leito, mesa e habitação subsistindo os deveres dos cônjuges pela sustentação e educação dos filhos. O matrimónio rato e consumado não pode ser dissolvido por ninguém.